Uma ata divulgada pela Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social da Paraíba comprovou a inexistência de estudos ambientais, por parte da prefeitura municipal de João Pessoa, para que a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) possa liberar o licenciamento e assim encerrar a celeuma que foi criada em torno do problema da falésia do Cabo Branco, na Capital da Paraíba. (verifique os ítens 2° e 3°, principalmente)
No documento, o Ministério Público pede que sejam iniciados, imediatamente, pela gestão municipal, os estudos para o licenciamento da intervenção no Continente, incluindo a drenagem do Altiplano Cabo Branco, com a revitalização do Rio Cabelo e a recomposição da cobertura vegetal da falésia.
SUDEMA
“Eu estou de certa forma gratificado, não pelo desmoronamento da falésia do Cabo Branco, mas pela confirmação da verdade das minhas palavras. Quando nós dizemos que o projeto da falésia estava incompleto, fomos bombardeados. A prefeitura de João pessoa montou uma matéria com a Rede Globo, para repercutir isso nacionalmente e o Sistema Cabo Branco, sequer, procurou a Sudema para ser ouvida. Mas como a verdade tarde mas não falha, eis aí a verdade transparente, na voz insuspeita do projetista”, salientou.
Para João Vicente, a prefeitura deveria pedir perdão aos pessoenses e a partir de agora, procurar trabalhar para que o licenciamento do projeto de contenção da falésia do Cabo Branco tenha andamento.
“Eu acho que nessa altura do campeonato, o que a prefeitura deve fazer é se penitenciar e pedir perdão a população de João Pessoa, pela falha cometida, retomarmos as discussões para o licenciamento do processo do projeto e procurarmos e procurar convergir não apenas nas ideias, mas também nas ações”, sugeriu.
O superintende da Sudema ressaltou que está é a forma do governador Ricardo Coutinho (PSB) trabalhar, com verdade e transparência.
Ele ainda afirmou que amanhã, terça-feira (28), está convocada uma reunião para que as dúvidas sejam esclarecidas e o passado esquecido, para que assim, o trabalho possa ser continuado.
“Tivemos uma reunião no Ministério Público, por convocação do promotor de Diretos Difusos, para tentar fazer uma mediação. Temos uma reunião de trabalho amanhã, terça-feira, vamos sentar e esclarecer as dúvidas, esquecer o passado e cuidar de trabalhar em prol da cidade”, afirmou.
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Fonte: paraibaja + REDAÇÃO