A disputa eleitoral, antes mesmo da homologação das candidaturas, começa a esquentar. Após ser comparado a Judas pelo senador José Maranhão (MDB), o ex-emedebista Raimundo Lira (PSD) deu o troco, acusando o presidente estadual do MDB e pré-candidato ao Governo do Estado de manter a sua filha como funcionária fantasma do então senador Vitalzinho (MDB) – hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
“Ele exigiu que o recém-eleito senador Vital do Rego colocasse no gabinete a sua filha e ela ficou quatro anos: 2012, 2013, 2014. Quando eu assumi, chamei o senador José Maranhão para conversar e acertamos a saída dela porque ela passou quatro anos sem dar uma hora de expediente e recebeu, entre salários e 13º, sem correção, aproximadamente R$ 700 mil”, disse.
Raimundo Lira era suplente de senador e assumiu a titularidade do cargo quando Vitalzinho foi para o TCU. O pré-candidato ao Senado, conhecido pela sua parcimônia e facilidade de diálogo com gregos e troianos, disse ainda que tentou convencer Maranhão a devolver o dinheiro para o Tesouro.
https://youtu.be/FNG7sSm7ZAk
Fontes: maispb + diegolima + REDAÇÃO
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