Pela primeira vez, o número de pessoas ocupadas chegou a 100 milhões no Brasil. Maior patamar desde o início da série histórica do IBGE, iniciada em 2012, o dado renova o recorde na ocupação observado em levantamento anterior. Além disso, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), o desemprego recuou para 7,6%.
O número de empregados com carteira de trabalho no setor privado, com exceção dos trabalhadores domésticos, chegou a 37,4 milhões, o maior contingente desde janeiro de 2015, quando eram 37,5 milhões.
Entre as atividades de pesquisa, apenas o grupo de Transporte, armazenagem e correio apresentou expansão, na casa de 3,2%, ou mais 172 mil pessoas.
Em setembro, a taxa de desemprego havia caído para 7,7%. Nessa divulgação, a queda no número de desempregados tinha ocorrido tanto por conta do crescimento expressivo no número de pessoas trabalhando, como também devido à queda no número de pessoas buscando trabalho. Para ser considerado desempregado pelo IBGE, o trabalhador precisa estar procurando emprego.
Fontes: REDAÇÃO + oglobo