O governador Lucas Ribeiro esteve, nesta quinta-feira (18), na Cidade da Polícia Civil, em João Pessoa, para acompanhar os resultados da Operação Ponto Cego, ação integrada das forças de segurança da Paraíba voltada ao enfrentamento das organizações criminosas. Na ocasião, ele conferiu as 69 câmeras clandestinas de videomonitoramento removidas durante a operação na grande João Pessoa. Os equipamentos eram utilizados por facções criminosas para monitorar territórios e acompanhar a movimentação das forças de segurança.
O gestor agradeceu o empenho dos profissionais envolvidos e reforçou a orientação para intensificar as ações de combate às facções criminosas em todo o estado. “Nosso compromisso é não baixar a guarda. Vamos continuar fortalecendo as ações de segurança pública, combatendo o crime organizado e desarticulando estruturas utilizadas por facções criminosas. Agradeço o trabalho e a dedicação de todos os profissionais que participaram desta operação, que protege a população paraibana e fortalece a presença do Estado”, ressaltou o governador.
Operação Paraíba Mais Segura
Coordenada pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, a Operação Ponto Cego integra as ações da Operação Paraíba Mais Segura. A iniciativa teve como objetivo identificar e remover sistemas clandestinos de videomonitoramento utilizados por organizações criminosas para monitorar territórios e acompanhar a movimentação das forças de segurança.
O secretário da Segurança e da Defesa Social, Jean Nunes, ressaltou que a Operação Ponto Cego integra a estratégia de atuação conjunta das forças de segurança para enfraquecer a atuação das facções criminosas na Paraíba. “Conseguimos desarticular uma estrutura utilizada por organizações criminosas para monitorar territórios e acompanhar a movimentação das forças de segurança. Essa é uma ação que terá continuidade, dentro da Operação Paraíba Mais Segura, com integração cada vez maior entre as instituições e intensificação do combate ao crime organizado em todo o estado”, afirmou.