MENTIRAS TÊM PERNAS CURTAS

Certamente você já ouviu aquele ditado que diz que “só se atiram pedras em árvores que dão bons frutos”. Pois bem, esse adágio popular serve como uma luva para explicar as “canhoneiras” de fake news, meias verdades e que tais, ressurgidas nestes tempos de eleição, em Cajazeiras e na Paraíba. 

Em Cajazeiras, contra a prefeita Corrinha Delfino (PP). Na Paraíba, contra o ex-governador João Azevêdo (PSB).

No caso da gestora cajazeirense, as canhoneiras” de fake news e meias verdades são fruto de ghost writer´s contratados e pagos para tentar desmerecer a mulher, mãe e professora que foi escolhida pelo povo nas urnas para gerir os destinos de uma das mais importantes cidades do Estado. E você logo perguntará: mas por que essa tentativa?

Porque estamos num ano eleitoral e interesses políticos exclusivamente pessoais foram contrariados, por não serem republicanos. Assim, na visão míope dos contrariados, era necessário criticar a quem até há pouco se elogiava. Quem era bom precisava agora ficar com a imagem de ruim; quem até agora merecia aplausos, agora precisa receber vaias…, e assim por diante. 

Mas, na impossibilidade de criticar pagamento absolutamente em dia e dentro do mês trabalhado aos servidores municipais, na impossibilidade de criticar os maiores carnavais (2025/2026) já realizados na ‘terra que ensinou a Paraíba a ler’, na impossibilidade de criticar o ressurgimento em grande estilo do Xamegão (2025) que promete se repetir neste mês de junho de 2026, na impossibilidade de criticar as inúmeras obras e conquistas que distinguem esta de gestões pretéritas em Cajazeiras, o jeito era mentir, mentir, mentir e continuar mentindo, na vã esperança de que a mentira insistentemente repetida poderia virar verdade, como mal ensinou Goebbels a Hitler!

Já no caso do ex-governador paraibano a história só é diferente por um motivo: enquanto a prefeita cajazeirense não é candidata a nada, João Azevêdo é pré-candidato ao Senado Federal e, segundo pesquisas, lidera essa disputa. 

Como são apenas duas vagas para meia dezena de postulantes, e ante a impossibilidade de criticar as duas boas gestões estaduais por ele realizadas, o jeito é mentir, mentir, mentir e continuar mentindo pra ver se as mentiras ‘pegam’.

Mas fica o aviso: MENTIRAS TÊM PERNAS CURTAS E NÃO VÃO LONGE!

 

 

  • Fernando Caldeira (Radialista/Jornalista)