A ação integra o programa Antes que Aconteça e é realizada em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A proposta seleciona mulheres das próprias comunidades para atuar como ponto de orientação e apoio em seus territórios.
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“São mulheres da própria comunidade que passam por uma seleção e por um processo de capacitação para que possam conversar com outras mulheres, perceber se alguém está vivendo um ciclo de violência e orientar sobre como procurar os órgãos responsáveis para denúncia”, afirmou.
As participantes passarão por uma formação híbrida com duração de oito meses e receberão bolsa mensal de R$ 700 durante o período de capacitação.
“Até no início de um relacionamento, no namoro, elas podem aconselhar e alertar quando aquela relação parece mais controle do que cuidado. Muitas vezes a violência começa de forma silenciosa”, disse.
O projeto terá início na Paraíba e, posteriormente, será ampliado para outros cinco estados. A iniciativa também prevê acompanhamento científico para avaliar os impactos da ação nas comunidades atendidas.