A investigação da Operação Xeque-Mate, deflagrada nesta quarta-feira (4) aponta que, quatro candidatos do cargo de vereador nas eleições de 2016, em Cabedelo, receberam do então prefeito da cidade, Leto Viana, o valor de R$ 200 mil para compor o grupo de sustentação política no parlamento (legislatura de 2017 a 2020).

Segundo o Ministério Público da Paraíba (MPPB), os vereadores Benone Bernardo da Silva, Jonas Pequeno dos Santos, Janderson Bizerril de Brito e Josimar de Lima Silva assumiam o compromisso de satisfazer os interesses pessoais do ex-prefeito do município, Leto Viana e do empresário Roberto Santiago.

De acordo com a Polícia Federal (PF), a mercantilização dos mandatos estaria acontecendo com recursos oriundos do superfaturamento do contrato de lixo de Cabedelo. Os quatro vereadores foram afastados dos cargos por determinação judicial.

A operação contou com a participação de vinte policiais federais e quatro auditores da Controladoria-Geral da União (CGU), que cumpriram os mandatos nas residências dos vereadores investigados.

A sexta fase da Operação Xeque-Mate foi deflagrada, na manhã desta quarta-feira (4), pela Polícia Federal (PF), em conjunto com o Ministério Público e Controladoria-Geral da União (CGU-PB). Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão para investigar o “financiamento” de mandatos eletivos de quatro vereadores de Cabedelo, na Grande João Pessoa, por meio do então prefeito, Leto Viana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes: pn + REDAÇÃO