Confronto – O governador João Azevedo em entrevista na Rádio Alto Piranhas, na ultima quarta-feira, dia 27, indagado sobre um débito que o prefeito Zé Aldemir, que tem cobrado, insistentemente, relativo ao não repasse do estado para o SAMU de Cajazeiras, ele foi claro: precisa fazer um encontro de contas, pois o município também deve ao estado e a quem couber o débito será pago. A tripartite tem mão dupla.

Sobrando – Nesta mesma entrevista ao ser indagado se as oposições de Cajazeiras iriam se unir para contrapor à reeleição do prefeito Zé Aldemir, disse não está preocupado porque a cidade tem candidato de sobra e que independe de sigla partidária, desde que seja da base. Seria possível colocar no mesmo palanque Jeová, Carlos Antonio e Júnior Araújo?

Qual o milagre? – Sobre a liberação do empréstimo para o Cooperar, na ordem de 50 milhões de dólares, que durante o governo do presidente Temer não havia sido liberado, disse não ter sido nenhuma mágica, muito menos milagre: o governo simplesmente estava fazendo o dever de casa e foi fácil demonstrar isto em Brasília.

Estrada de Boqueirão – O deputado estadual Jeová Campos ficou muito mais alegre em ouvir do governador João Azevedo de que não vai esperar pelo empréstimo do COAF para fazer o asfaltamento da estrada que liga a BR 230 ao Distrito de Engenheiro Avidos, do que mesmo a liberação de 22 milhões de reais para a construção de mais adutora para a cidade. João bateu o martelo: “vou fazer com recursos do estado”. Eita lasqueira como ficar bom!

Exclusividade – Assessor do governador João Azevedo determinou que fosse na Rádio Alto Piranhas que ele iria prestar uma entrevista, na sua primeira visita a cidade de Cajazeiras. Tentaram “boicotar”, mas foi em vão. Teve gente inclusive que queria que ele falasse apenas 30 minutos para levá-lo para outra emissora. Coisa feia.

Almoço sem patrocínio? – Depois da entrevista o governador João Azevedo foi almoçar no Restaurante Mansão, em companhia das lideranças da cidade. Ao final, Marcos Barros, falou em voz alta: Governador, o senhor vai fazer igual a Ricardo que pagava o seu do próprio bolso? João respondeu: não pode ser de maneira diferente. Mas os comensais foram salvos da despesa pela fidalguia e hospitalidade do empresário e prefeito Chico Mendes. Afinal, quem iria permitir que João pagasse o seu almoço na terra de Padre Rolim?

O Gazeta – O governador João Azevedo teve como sobremesa a última edição do jornal Gazeta do Alto Piranhas e ao ver uma matéria em que o vereador Marcos Barros conclama a todos para se unir e defender o seu nome como candidato a prefeito de Cajazeiras, pelas oposições, em tom festivo mostrou a Carlos Antonio, que se encontrava ao seu lado: “olhe aí Carlos o recado de Marcos Barros”.

Alma lavada – O torcedor atleticano, depois da vitória sobre o Sousa Esporte Clube, em noite belíssima no Estádio Perpétuo Correia Lima, ficou com um sorriso do canto ao outro da boca e foi dormir muito feliz. Talvez tenha sido o maior público que o estádio Perpetão tenha recebido em toda a sua existência.

Rezando – O prefeito de Cajazeiras, médico José Aldemir, iniciou a solenidade de assinatura, para a implantação da Zona Azul, rezando o Pai-Nosso. Um popular indagou porque e lhe informaram: ele foi seminarista e quase se ordena padre e provavelmente está relembrando os velhos tempos, só que antes era só como rotina e agora é pedindo para que suas ações administrativas sejam um sucesso.

Dra. Paula – A deputada estadual Paula Meireles ocupou a tribuna da Assembléia para explicar o porquê da paralisação de uma obra, em Cajazeiras, destinada para o CAPS, depois das cobranças do também deputado Júnior Araújo: “ele precisa saber que está parada porque esta obra faz parte da “Operação Andaime”, cujo processo tramita na justiça e que envolve pessoas do seu grupo político.

Teresa do Pau – Com a morte de Teresa do Pau, Cajazeiras perde uma de suas mulheres “diferentes”, símbolo da cultura popular, da alegria, da sua maneira de ser e viver. A cidade fica mais pobre.

Não larga o pé – O vereador e pré-candidato a prefeito de Cajazeiras, Marcos Barros (PSB), faz questão de falar alto para que não só o governador ouça: “aonde o Senhor for, num raio de 100 quilômetros de Cajazeiras, eu vou está junto”. Marcos não perde um lance. Enquanto isto o presidente de seu partido, o vereador Rivelino Martins, não o acompanha nesta jornada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fontes: gazetadoaltopiranhas + REDAÇÃO